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Segunda-feira, 07 de Setembro 2026
Estado de São Paulo registra mais de 58 mil casos de dengue em 2024
Saúde

Estado de São Paulo registra mais de 58 mil casos de dengue em 2024

Balanço da saúde confirma 42 mortes pela doença e apura outros 30 óbitos suspeitos no território paulista

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Desde o começo deste ano, as autoridades de saúde do estado de São Paulo já notificaram 58.683 casos de dengue, acendendo o alerta na região. O levantamento recente também indica a confirmação de 42 mortes decorrentes da enfermidade, enquanto outros 30 óbitos seguem em apuração pelas equipes técnicas.

Do montante total registrado, a Secretaria da Saúde informou que 57.402 infecções foram classificadas no formato tradicional, 1.180 manifestaram sinais de alarme e 101 foram enquadradas como graves.

A condição com sinais de alerta costuma apresentar vômitos persistentes, dores abdominais e sangramentos de mucosas. Já a variação grave da arbovirose se caracteriza por choque circulatório, comprometimento severo de órgãos ou desconforto respiratório elevado.

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Paralelamente aos diagnósticos consolidados, o sistema de vigilância descartou mais de 297 mil suspeitas e mantém 7.256 casos em análise, aguardando laudos de exames ou reavaliação clínico-epidemiológica.

Entre as cidades paulistas, Taubaté contabiliza o maior número de óbitos confirmados. O município registrou sete mortes de pacientes na faixa etária entre 10 e 79 anos e quatro em idosos com mais de 80 anos.

Ações de controle e contingência

A Secretaria da Saúde informou manter vigilância permanente, com reforço preventivo no período de outubro a maio, histórico de maior proliferação do mosquito transmissor.

Para estruturar o atendimento, foi lançado o Plano Estadual de Preparação e Resposta em Saúde para o Fenômeno El Niño, voltado à adaptação das medidas diante da provável elevação nos diagnósticos.

As diretrizes envolvem o mapeamento de regiões prioritárias, a estruturação de salas de situação e o suporte técnico às municipalidades para organizar a vigilância e os serviços médicos.

O órgão também assegura a checagem regular das reservas de remédios e insumos, incentivando as prefeituras a revisarem continuamente seus planos de ação locais.

Para fortalecer a Atenção Primária, o Governo de São Paulo destinou mais de R$ 1,5 bilhão aos 645 municípios por meio do IGM SUS Paulista, programa que estabelece o combate às arboviroses como critério essencial de repasse.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Fernando Frazão/Agência Brasil

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