O leilão do pré-sal realizado nesta quarta-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) terminou com sete dos 13 blocos ofertados sendo arrematados. A disputa ocorreu no Rio de Janeiro e garantiu ao governo federal uma arrecadação de R$ 530 milhões em bônus de assinatura.
Esse foi o certame sob o regime de partilha de produção com o maior número de áreas contratadas até o momento. Com o resultado obtido na capital fluminense, a área exploratória nacional sob esse modelo registra uma expansão significativa de 58%.
As companhias vencedoras concentraram suas operações nas bacias de Santos e Campos, localizadas na costa do Sudeste brasileiro. Ao todo, as petroleiras assumiram o compromisso de injetar investimentos mínimos da ordem de R$ 778,4 milhões nessas regiões.
Entre as empresas que se destacaram na rodada estão a Petrobras e a Prio, além de corporações estrangeiras como a norueguesa Equinor e a portuguesa Galp. Todos os blocos negociados registraram ágio, variando de 8% a quase 495% sobre os valores mínimos estipulados.

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