O prefeito de Unistalda, Gilnei Manzoni, sancionou na terça-feira, 25 de agosto de 2026, a lei que institui o hino oficial de Unistalda como novo símbolo do município. A medida representa um marco histórico para a cidade, formalizando uma obra que celebra as origens locais, a cultura regional e o orgulho de sua população.
Autores e intérpretes do hino oficial de Unistalda
A criação do novo símbolo municipal contou com a colaboração de talentos locais, responsáveis por dar voz e melodia à história da cidade. A obra é composta pelos seguintes artistas:
- Letra: Sérgio Rodrigues da Silveira (Nego Kabo)
- Composição musical: Edison James Silveira Stainhausen e Liane Carla Reimann Martins
- Interpretação: Diogo Bonatto Cardoso
Resgate histórico e riqueza cultural
A letra da música faz uma viagem no tempo até o ano de 1936, período em que o avanço da ferrovia deu origem ao povoado. A composição homenageia Horta Barbosa e sua mãe, Unistalda, além de narrar a evolução da antiga estação ferroviária, que passou a vila, distrito e, posteriormente, conquistou sua independência política.
A obra também destaca elementos marcantes do patrimônio natural e cultural da localidade, reconhecida como a capital do pau-ferro. Entre as referências mencionadas na letra estão a Praça da Guajuvira, o Inhacuã e a Casa de Pedra, além de tradições como a gaita, a carreira e a prosa.
Integração com a comunidade
Com a sanção da nova legislação, o município celebra a consolidação de sua identidade institucional. A administração municipal reforça o convite para que toda a comunidade conheça a obra e passe a divulgar o hino oficial de Unistalda em eventos públicos e atos solenes da cidade.
Letra:
Nos idos de trinta e seis,
Progresso era ferrovia,
E das entranhas dos trilhos,
Um lugar lindo nascia.
Bendito Horta Barbosa,
Minha homenagem desfralda,
Para homenagear sua mãe,
Gerou a mãe Unistalda
Se em teu passado Unistalda,
O trem seguia nos trilhos,
Hoje tens novos caminhos,
E gratidão de teus filhos.
De Estação Unistalda
Passou a Vila e Distrito,
E os teus filhos crescendo,
Ansiavam progresso aos gritos.
Com a estrutura formada,
Nos unimos num abraço,
Buscamos a independência,
Caminhar com nossos passos.
No futuro que se expande,
Nas belezas eu me encerro,
Quem nasceu na ferrovia,
É a capital do pau-ferro.
Tens campos, tens matas virgens,
Natureza que viceja,
A Praça da Guajuvira,
O Inhacuã, a Casa de Pedra.
Unistalda, terra amada.
De gaita, carreira e prosa,
Teu santo nome é de mãe,
Da mãe de Horta Barbosa.
Aqueles que são teus filhos,
Lutam por ti com fervor,
E buscam futuro e progresso,
Alicerçados no amor

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