A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) escalou, nesta sexta-feira (28), a equipe que comandará o clássico decisivo pelas quartas de final da competição. O carioca Bruno Arleu Araújo foi o escolhido como o árbitro do GreNal de volta, que colocará frente a frente Grêmio e Internacional na próxima quinta-feira (3), às 20h, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.
Apesar da definição do juiz principal, a entidade máxima do futebol brasileiro ainda não divulgou os nomes dos auxiliares e do responsável pela cabine do VAR para o confronto que vale vaga na semifinal da Copa do Brasil.
Confira os detalhes confirmados para a partida decisiva:
- Confronto: Grêmio x Internacional (Jogo de volta das quartas de final)
- Data e horário: Quinta-feira (3), às 20h (horário de Brasília)
- Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
- Árbitro principal: Bruno Arleu Araújo (RJ)
Histórico de polêmicas na arbitragem do GreNal anterior
A escolha para o comando do apito ocorre em meio ao clima tenso gerado pelas controvérsias do jogo de ida. Na ocasião, a atuação do árbitro Ramon Abatti Abel (SC) foi duramente criticada pelo lado do Internacional devido a um lance envolvendo o atacante Carlos Vinicius, do Grêmio, e o lateral-direito Bruno Gomes.
Durante a jogada, o atacante gremista atingiu o rosto do adversário com o cotovelo e, em seguida, acabou pisando na cabeça do atleta colorado ao perder o equilíbrio. Por já estar pendurado com um cartão amarelo, a não aplicação de um segundo cartão ou de uma expulsão direta gerou revolta nos dirigentes do clube visitante.
Revoltas e declarações da diretoria colorada
Os protestos da equipe do Internacional ultrapassaram o gramado. Segundo informações registradas na súmula oficial disponibilizada pela CBF, o diretor Fabinho Soldado fez cobranças consideradas desrespeitosas no intervalo da partida e precisou ser contido por policiais.
O presidente do Internacional, Alessandro Barcellos, também se pronunciou formalmente em entrevista coletiva para contestar a decisão da arbitragem em um momento decisivo da partida.
O mandatário colorado destacou que o lance era, no mínimo, passível de cartão amarelo — o que resultaria na expulsão do atleta por acúmulo de cartões — e criticou a omissão do assistente de vídeo, afirmando que o VAR deveria ter recomendado a revisão para uma possível expulsão direta.

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