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Terça-feira, 15 de Setembro 2026
IBGE aciona Polícia Federal contra fake news sobre a Pesquisa Nacional de Saúde
Saúde

IBGE aciona Polícia Federal contra fake news sobre a Pesquisa Nacional de Saúde

Instituto recorre também à AGU para combater boatos de que exames de sangue e urina serviriam para criar um banco de DNA estatal.

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou, nesta segunda-feira (14), que acionará a Polícia Federal e a Advocacia-Geral da União (AGU) para combater a circulação de desinformação ligada à Pesquisa Nacional de Saúde. O órgão tomou a decisão jurídica para identificar os responsáveis por boatos virtuais que têm prejudicado o trabalho de campo das equipes em todo o país.

As publicações falsas espalhadas em redes sociais alegavam incorretamente que o estudo visava criar um "banco de DNA estatal". O IBGE repudiou a afirmação, explicando que as amostras biológicas de sangue e urina são utilizadas exclusivamente para analisar indicadores como glicose, colesterol e creatinina, sendo descartadas após as análises.

Importância da medição para a saúde pública

Desenvolvido em parceria com o Ministério da Saúde, o levantamento fornece dados cruciais para fundamentar políticas públicas. O instituto esclareceu que as informações coletadas ajudam no planejamento de serviços, na organização de campanhas de vacinação e em iniciativas de promoção da alimentação saudável.

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Esta representa a terceira edição do estudo nacional, iniciado em julho. A meta dos recenseadores é visitar cerca de 140 mil residências até o final de novembro para mapear os hábitos de vida e o acesso da população aos serviços sanitários.

Durante as visitas domiciliares, os agentes realizam a medição de peso, altura e pressão arterial de parte dos entrevistados. Além disso, a coleta de sangue e urina abrangerá de 15 mil a 20 mil participantes com 35 anos ou mais, conduzida por profissionais qualificados.

Ao destacar a relevância da colaboração popular, o órgão reforçou que a resposta aos questionários não é apenas uma participação individual, mas uma contribuição para que o Brasil planeje cuidados de saúde alinhados às reais necessidades dos brasileiros.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Tânia Rêgo/Agência Brasil

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