A democracia ganha espaço logo cedo quando pais e responsáveis decidem levar crianças às seções eleitorais. Embora o voto seja facultativo a partir dos 16 anos e obrigatório para brasileiros de 18 a 70 anos, um público bem mais jovem marcou presença no segundo turno das eleições para ver o funcionamento da urna eletrônica.
A publicitária Polyana Carla Alves Ázara e a internacionalista Luísa Malagoli levaram o filho ao Centro de Ensino Médio Paulo Freire, na Asa Norte, em Brasília. Elas testemunharam o momento da escolha do presidente.
Vinda de Goiânia para a capital federal, Polyana quis que o herdeiro fizesse parte desse momento cívico. Ela destaca que a participação infantil planta sementes para o futuro e reforça a responsabilidade coletiva.
Para Luísa, transmitir esse legado é fundamental para que as novas gerações entendam o peso de atuar ativamente na sociedade, indo além das reclamações cotidianas.
Direitos das meninas e mulheres
Com o e-Título no celular, a analista Elizabete Queiroz Gomes trouxe as filhas Emanuelle e Luna para acompanhá-la no Varjão. Ela reforça que ensinar sobre o sufrágio desde a infância possui um peso histórico especial, lembrando a conquista do voto feminino no Brasil.
Próximas gerações
Na mesma linha, Siomara Chao levou o neto Iyaz, de 4 anos, por incentivo ao patriotismo e à cidadania, buscando um país melhor para os descendentes ao lado do marido, Plínio.
A iniciativa dos pais demonstra que a formação cívica começa em casa, preparando as crianças para exigirem segurança, educação e políticas públicas de longo prazo no futuro.

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