O empresário jaguariense Lawrence Fiorin Martini se manifestou após a investigação da Polícia Civil apontar uma suposta armação para incriminá-lo com drogas e uma arma encontradas em sua residência, em julho deste ano.
“Eu ainda estou absorvendo tudo que aconteceu, pois apesar de qualquer coisa é a mãe do meu filho”, declarou Lawrence, ao Portal G+, referindo-se à situação envolvendo Maíne Guerra Baccin.
Em sua manifestação, ele destacou que sua maior preocupação é com o filho, de quatro anos, e os impactos da situação na vida da criança.
“O pior não foi o que fizeram comigo, é o que estão fazendo com um inocente de 4 anos”, afirmou.
Lawrence disse que, neste primeiro momento, optou por ficar mais afastado, junto de familiares e amigos próximos, para assimilar os acontecimentos. Segundo ele, a prioridade é proteger o filho e evitar sua exposição excessiva.
Maíne Guerra Baccin foi presa no âmbito da investigação, que apura uma possível tentativa de incriminar o empresário em meio a uma disputa judicial pela guarda da criança. Outros três suspeitos também são apontados no caso.
O nome de Maíne já havia aparecido em outra investigação de grande repercussão. Ela também é relacionada à Operação Paralelo Cinco, deflagrada pela Polícia Federal em novembro de 2025, que apura suspeitas de desvio de recursos públicos da saúde envolvendo estruturas de gestão hospitalar, entre elas o Instituto IRDESI, responsável pela administração do Hospital de Caridade de Jaguari.
As investigações são distintas e seguem seus próprios trâmites. A apuração sobre a suposta armação busca esclarecer a participação de cada envolvido, enquanto eventuais responsabilidades criminais dependem da análise da Justiça.
A ARMAÇÃO
Maíne é apontada como a mandante do plano que teria colocado drogas e uma arma de fogo na residência do empresário, provocando a prisão Lawrence e de sua atual companheira. O objetivo seria prejudicá-lo em uma disputa judicial pela guarda do filho. A Polícia Civil reuniu imagens de câmeras de segurança, registros telefônicos e informações sobre o deslocamento dos envolvidos, elementos que, conforme os investigadores, sustentam a suspeita de que a apreensão foi forjada.
