Aguarde, carregando...

Domingo, 20 de Setembro 2026
Marcha Trans & Travesti reúne militantes pela democracia no Rio de Janeiro
Direitos Humanos

Marcha Trans & Travesti reúne militantes pela democracia no Rio de Janeiro

Em sua quinta edição, o evento ofereceu serviços de saúde e retificação de nome civil no centro da capital fluminense.

Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A quinta edição da Marcha Trans & Travesti ocupou o centro do Rio de Janeiro na tarde deste sábado (19) com foco na defesa da democracia e na garantia de direitos fundamentais. A manifestação reuniu ativistas e a comunidade LGBTQIA+ para cobrar inclusão social, acesso ao mercado de trabalho, educação e saúde pública.

Segundo o organizador do evento, Gab Van, o conceito de democracia precisa abarcar recortes de raça, gênero, classe e território. O ativista ressaltou que a verdadeira cidadania se reflete no direito das pessoas existirem e circularem livremente, além de construírem seus afetos sem violência ou marginalização.

Van enfatizou a relevância do ato durante o período eleitoral, ressaltando que pautas relacionadas à população trans costumam ser exploradas como discurso de pânico moral por candidatos. A marcha surge como resposta política para afirmar que a comunidade não aceitará um sistema democrático excludente.

Publicidade

Leia Também:

Histórico de luta e serviços à comunidade

A mobilização, criada em 2022, resgata a memória do movimento de 1993, quando travestis caminharam da Candelária até a Cinelândia reivindicando direitos essenciais. O resgate histórico fortalece a atuação do movimento social organizado na capital fluminense.

Além das reivindicações políticas e atrações artísticas, o evento promoveu cidadania direta. Em parceria com o Núcleo de Diversidade Sexual da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (Nudiversis) e a Secretaria Municipal de Saúde, foram oferecidos testes rápidos para ISTs, vacinação contra a gripe e auxílio para retificação do nome civil.

Transformação social na prática

Entre as beneficiadas esteve Helena, uma mulher trans de 22 anos que cursa faculdade. Sua mãe, a supervisora de quiosque Edna Oliveira, esteve presente para acompanhar o processo de alteração documental. Para Edna, garantir que o diploma universitário da filha já traga seu nome corrigido é um passo fundamental para o início de sua trajetória profissional.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Rovena Rosa/Agência Brasil

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR