Aguarde, carregando...

Terça-feira, 15 de Setembro 2026
Paulo Gonet nega relação de proximidade com Daniel Vorcaro no STF
Justiça

Paulo Gonet nega relação de proximidade com Daniel Vorcaro no STF

O procurador-geral da República esclareceu citações em mensagens apreendidas pela PF e destacou a ausência de irregularidades.

Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, negou nesta terça-feira (15), durante sessão no Supremo Tribunal Federal (STF), ter qualquer vínculo de proximidade com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigado por fraudes financeiras. A declaração ocorreu após citações ao seu nome surgirem em materiais apreendidos pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.

Esclarecimentos sobre os contatos

Durante o julgamento no plenário, Gonet explicou que seu único encontro com o ex-proprietário do Banco Master ocorreu de forma pública em abril de 2024, acompanhado de diversas autoridades. Segundo o chefe do Ministério Público Federal, a única troca de mensagens existente foi intermediada por advogado, tratando de assunto "brevíssimo e banal".

Menções em relatórios da Polícia Federal

As mensagens recuperadas no telefone de Vorcaro foram divulgadas pelo ministro André Mendonça. O relatório da Polícia Federal indica que Paulo Gonet não trocou textos diretos de teor suspeito, mas foi citado em conversas de terceiros. Em uma das interações, um interlocutor afirmava ao ex-banqueiro que o procurador-geral era "firme".

Publicidade

Leia Também:

Em outro trecho, registrado pouco antes de sua prisão em novembro de 2025, Vorcaro questionou se seria possível reverter a investigação junto a Gonet ou ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. A própria apuração ressaltou que não há indícios de que o procurador tenha sido abordado ou que tenha interferido no caso.

Ausência de ilícitos e questão de ordem

Diante dos fatos, o procurador-geral comemorou a manifestação do ministro André Mendonça de que nenhum elemento colhido aponta para a prática de ilícitos de sua parte. O debate no plenário do STF foi motivado por uma questão de ordem levantada pelo ministro Gilmar Mendes sobre a condução das apurações.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Alejandro Zambrana/STF

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR