Mulheres que buscarem auxílio nas agências do Banco do Brasil ao vivenciarem episódios de violência contarão com escuta qualificada e diretrizes seguras prestadas por equipes treinadas.
A cooperação prevê veicular dados sobre denúncias em aplicativos, plataformas digitais e nos terminais de autoatendimento.
O pacto foi consolidado nesta semana entre a instituição financeira e o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG).
A meta é intensificar o combate ao feminicídio e à violência de gênero por meio de ações preventivas e de apoio humanizado.
Atendimento especializado nas agências
Funcionários passarão por instrução para identificar vulnerabilidades e direcionar vítimas adequadamente.
A medida busca resguardar a integridade das mulheres sem expô-las a perigos adicionais.
Eixos de atuação do acordo
O pacto estruturou quatro frentes principais de trabalho:
• Acolhimento e encaminhamento de vítimas;
• Capacitação institucional contínua;
• Apoio legal às autoridades competentes;
• Campanhas educativas de conscientização.
Autonomia financeira
O projeto também aposta na independência econômica por meio de programas de empreendedorismo e linhas de crédito específicas para mulheres.

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