Os tribunais regionais eleitorais (TREs) definiram as urnas eletrônicas que serão submetidas a auditorias oficiais neste segundo turno. Os equipamentos foram selecionados por meio de sorteio ou indicação de representantes partidários e entidades fiscalizadoras.
Nos grandes colégios eleitorais, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, o total alcança 43 dispositivos auditados. Destes, 33 passam pelo teste de integridade e dez pelo exame de autenticidade.
Estados como Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará contarão com 35 unidades fiscalizadas. Já em Roraima, o menor colégio do país, o procedimento abrangerá 20 urnas na integridade e três na autenticidade.
As seções sorteadas para o teste de integridade recebem equipamentos substitutos. As máquinas originais são guardadas em salas lacradas até o dia da votação, quando servidores conferem os votos em papel.
Diversas instituições acompanham o processo, incluindo OAB, Ministério Público, Polícia Federal e Defensoria Pública. Parte das auditorias também utiliza o sistema biométrico com eleitores voluntários.
Verificação de sistemas e zerésima
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou uma cerimônia para checar a integridade dos programas de apuração. A medida confirmou que não houve alterações nos softwares oficiais.
As autoridades também emitiram zerésimas, relatórios que comprovam a ausência de votos prévios no sistema de totalização, garantindo total transparência para o pleito.

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