Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 15 de Outubro 2026

Eleições 2026

AO VIVO
Apurado: 0%
Aguardando início da apuração oficial...
Abert aciona STF contra veto à publicidade de bets em medida provisória
Justiça

Abert aciona STF contra veto à publicidade de bets em medida provisória

Associação de rádio e TV aponta prejuízos com proibição imediata de anúncios e pede que ministro Luiz Fux suspenda restrições.

Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a medida provisória que barrou a publicidade de bets no Brasil. A entidade enviou o pedido ao ministro Luiz Fux, relator de ações sobre o marco legal do setor, alegando que o veto repentino prejudica severamente os veículos de comunicação nacionais.

De acordo com a Abert, as emissoras de rádio e televisão associadas foram afetadas de forma imediata pela proibição de veicular campanhas publicitárias das plataformas de apostas. A petição protocolada no STF enfatiza que os prejuízos financeiros para o setor já estão ocorrendo de maneira contínua.

Impacto regulatório e segurança jurídica

O pedido de suspensão foi direcionado a Fux porque o ministro já relata três ações constitucionais que contestam a regulamentação das apostas esportivas sancionada em 2023. A associação defende que os efeitos da nova medida provisória fiquem suspensos até o julgamento definitivo dessas ações pelo plenário da Corte.

Publicidade

Leia Também:

A medida provisória em questão, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proibiu terminantemente o funcionamento, a oferta e a propaganda de apostas de quota fixa no país. Com a decisão, as plataformas de jogos ficaram impedidas de aceitar novos palpites e de realizar qualquer ação de marketing.

A Abert argumenta que a canetada do governo federal configura desvio de finalidade por falta de urgência constitucional. Além disso, a associação destaca que a mudança abrupta viola o princípio da segurança jurídica, uma vez que o próprio Executivo havia estabelecido e sancionado as regras anteriores.

Outras entidades do setor, como a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), também acionaram o STF por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). Elas alegam perdas bilionárias após os investimentos realizados sob o marco regulatório anterior.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Tomaz Silva/Agência Brasil

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR